Motorista pode economizar 20% com seguro parcial• fev 6th, 2009 • Categoria: Seguros
No entanto, apesar da economia inicial, com o passar dos anos, essa vantagem acaba por desaparecer, alertam especialistas
Na hora de contratar o seguro do carro, muitos motoristas têm a mesma dúvida: o que vale mais a pena, a apólice parcial ou total? Na primeira opção, o consumidor recebe cobertura apenas nos casos de incêndio, roubo e furto do automóvel. Já outra, conforme sugere o nome, oferece vantagens mais amplas, como indenização quando o veículo sofre colisão, por exemplo. De acordo com levantamento do setor, a apólice do seguro parcial pode sair até 20% mais barata na comparação com a opção completa. Mesmo com a economia, o seguro total responde pela maioria dos contratos firmados.
Especialistas afirmam que essa economia conquistada pela contratação da apólice parcial acaba por desaparecer com o passar dos anos. Tudo porque as empresas oferecem bônus para seus clientes, mas nunca quando o contrato é parcial. Conforme explica a Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização), a renovação do seguro permite que o valor caia ano a ano. No quarto ano, o desconto pode chegar a 30%. Além do mais, com a apólice completa, o segurado, por 20% a mais frente à parcial, acaba tendo garantias em caso de colisão – cujo risco é maior.
Outro ponto de destaque: a falta de cobertura contra batidas pode trazer dissabores durante o prazo de vigência do seguro. Os casos de perda total são bastante comuns em acidentes envolvendo colisões. O consumidor de uma apólice parcial também poderia ser prejudicado com estragos com custos muito altos. Vale ressaltar que não existe a possibilidade de adquirir um plano que cubra somente batidas.
Queda de preço
O seguro do carro tem ficado mais barato para o consumidor brasileiro. Embora não haja dados precisos sobre a queda média do preço das apólices no início deste ano, a Fenaseg afirmou que houve um barateamento no setor.
São três os principais componentes do preço da proteção dos sinistros: sinistros (indenização), despesas de comercialização e administrativas (impostos e lucros). Com a queda de sinistros, pode haver o barateamento, já que outras seguradoras deverão cortar outras despesas, como as administrativas. Com isso, será possível oferecer produtos melhores e, assim, garantir a competitividade no setor.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
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